Sim — e os danos acumulam-se ao longo das décadas. Eis o que mais de 40 anos a beber dos recipientes errados fazem ao organismo:
🔸 Garrafas de plástico — Libertam até 10 000 partículas de microplástico por litro. Acumulam-se no fígado, no cérebro e na corrente sanguínea. O BPA e os ftalatos alteram as hormonas, provocam aumento de peso e estão associados à doença de Alzheimer. Até os plásticos «sem BPA» libertam outras substâncias tóxicas.
🔸 Aço inoxidável — Contém 10–14% de níquel e 16–18% de crómio. Ambos passam para a água, sobretudo com bebidas ácidas. O níquel causa reações alérgicas e danos nos órgãos. O crómio é um agente cancerígeno conhecido. Os riscos microscópicos acumulam bactérias que se multiplicam rapidamente.
🔸 Garrafas de alumínio — O fino revestimento de plástico degrada-se, expondo o organismo ao alumínio, diretamente associado à doença de Alzheimer e à demência. Mesmo pequenas quantidades acumulam-se no tecido cerebral ao longo do tempo.
Se bebe destes materiais há décadas, precisa de desintoxicação ativa — e não apenas de um recipiente «mais seguro».